quarta-feira, 6 de julho de 2016

PODER SEM PUDOR

A PERDIÇÃO DA VAIDADE
Candidato ao governo de Minas, em 1982, Tancredo Neves aparecia muito na TV, mas não havia quem o fizesse olhar para a luz vermelha da câmera – ou seja, o telespectador. Pressionado, Tancredo ensinou:
- Olha, eu vi a televisão nascer e, com ela, a vaidade crescer. Conheci muita gente que se perdeu por aí. Então, decidi: nunca olho para aquele olho seco e vermelho. Pode ser a perdição...
TEMPO DE IMPROVISAÇÃO
José Sarney era presidente do Senado quando certa vez lembrou dos tempos em que era jornalista e trabalhava em jornal de oposição ao governador do Maranhão, Eugênio Barros. Certa vez, a tipografia avisou que não dava para usar a letra “u” na manchete, logo no dia em que uma nova denúncia atingia o governador. Um colega gritou a solução:
- Cortem o “o” no meio!
E o problema foi resolvido.
POLÍTICO TEM MOLA
Durante apresentação do pífio relatório da CPI do Banestado, escândalo ocorrido no governo FHC, o deputado Eduardo Paes, atual prefeito do Rio, lamentou que a montanha pariu um rato, denunciando apenas o ex-prefeito paulistano Celso Pitta, para ele, “um cachorro morto”.
O senador Heráclito Fortes (PFL-PI) discordou na hora, advertindo:
- Fundo do poço de político tem mola!
O GALO E O PRESIDENTE
A história está no novo livro de Eduardo Gianetti da Fonseca, Trópicos Utópicos. Conta que o presidente dos Estados Unidos durante “os loucos anos 20”, Calvin Coolidge, visitava uma granja, com sua mulher, quando ela, curiosa, perguntou ao granjeiro como ele fazia para obter tantos ovos com tão poucos galos. Ele explicou que seus galos cumpriam o dever, alegremente, dezenas de vezes ao dia.
- Talvez você pudesse depois comentar isso com o presidente –  sussurrou ela.
O presidente ouviu a conversa e interpelou o granjeiro:
- Mas me esclareça uma coisa, é o mesmo galo que faz o serviço todas as vezes com a mesma galinha?.
- Ah, não – explicou o homem – ele sempre muda de uma para outra.
O presidente suplicou:
- Ah, compreendo, então você talvez pudesse comentar isso com a primeira-dama!
Diário do Poder

Quando pensamos que os idiotas já deram o máximo de si pela causa esquerdista, vem a Marilena Chauí e nos assombra.

O que foi que comeu a Marilena Chauí? Bolinha de cinamomo?

Que se reduzam os impostos ou nos tornemos todos sonegadores. Nos roubam e gastam mal.

Neste Brasis uma sujeira nunca vem só.

Urubus de Brasília estão migrando para o Mato Grosso. Nem eles estão suportando a carniça política que emana da capital.

Pensando bem mesmo

PENSANDO BEM... ...só no Brasil um presidente da República precisa definir prioridades de obras públicas com políticos investigados por corrupção.

Da página do Cláudio Humberto