sexta-feira, 13 de maio de 2016
DIÁRIO DO BODE- PT vai organizar viagens para Dilma e gabinete paralelo, diz Mercadante
A tonta deveria ir pra casa. Acha ainda que irá voltar? Bem, viajando ela ira fazer o que mais sabe: falar asneiras e denegrir a imagem do Brasil.
No calor dos fatos. Coluna Carlos Brickmann
Era um grande empresário, que assumiu a Folha de S. Paulo e a transformou num dos maiores jornais do país. Dizia não ser jornalista. Mas era - e como! Ensinou-nos que o patrão era, sempre, Sua Excelência o Leitor. Ensinou-nos a buscar aspectos inéditos e verídicos das notícias. Elefante voando, peemedebista rejeitando cargos, tucano fazendo oposição, todas essas coisas estranhas têm de ser bem noticiadas e muito bem explicadas.
Mas nem com tantos anos de aula aprendemos a explicar o inexplicável. Por exemplo, como é que um governo sem governantes, onde neurônio virou piada e os aliados-inimigos se reúnem com hora marcada para redistribuir os cargos que já ocupam; com popularidade mensurável por um relógio quebrado; em que a discussão política é saber quem é mais ladrão, nós ou eles, consegue manter-se no cargo, mesmo que por alguns dias, depois de perder por níveis alemães a votação do impeachment.
E ainda acusam de golpistas quem os derrota na forma da lei. Não tem jeito: aproveitando os Jogos Olímpicos e a presença no Brasil da Pira Sagrada, atocha, Dilma!
A hora da festa
Divertindo-se com a equipe de Temer, quase toda importada de Dilma, discutindo moralização e ladroeira? Pois vai divertir-se ainda mais até o fim do mês, quando aparecer na Procuradoria Geral da República a lista dos 316 políticos de Benê, que era o presidente da Construtora Norberto Odebrecht. Tem delação pra mais de metro. A metragem é quente, toda sem concorrência. E tudo vai fundo.
Pois é
O Governo Dilma fez a festa nomeando toneladas de cumpanhêro para ocupar o máximo de cargos no Governo. E bateu todos os recordes: chegou ao extremo de cancelar a nomeação de Waldir Maranhão para o posto de Cunha, amigo de fé e irmão camarada de Irineu Maranhão, seu antecessor, para ocupar mais espaços oficiais. Valia tudo, de amigos a qualquer cargo público. Quem achar que só tem gente que presta estará sempre enganado.
Os bons
O curioso é que há gente boa no Congresso. O senador Cristóvam Buarque é um; a senadora. Ana Amélia, outra. Gente fina, correta, como se deve. Mas defendê-los, como? Como mostrar ao público que são gente honesta e correta?
Revelações
Todos esses episódios vividos nos últimos meses serviram para demonstrar a capacidade inenarrável e o caráter de diversos vestais que passeavam na orla vestidos de freira. O maior exemplo é José Eduardo Cardozo, que vem mostrando uma incrível capacidade de se equilibrar no precipício.
Os outros? Os aloprados de sempre.
As vítimas
E a Suzana von Richthofen, hem? Só porque participou do assassínio dos pais achou ruim porque isso poderia prejudicá-la. Uma injustiçada!
Dia quente
Este colunista deseja a todos um bom dia. E espera que haja bom senso tanto nas comemorações quanto na raiva da derrota.
Chumbo Gordo - www.chumbogordo.com.br
carlos@brickmann.com.br
Twitter: @CarlosBrickmann
Mas nem com tantos anos de aula aprendemos a explicar o inexplicável. Por exemplo, como é que um governo sem governantes, onde neurônio virou piada e os aliados-inimigos se reúnem com hora marcada para redistribuir os cargos que já ocupam; com popularidade mensurável por um relógio quebrado; em que a discussão política é saber quem é mais ladrão, nós ou eles, consegue manter-se no cargo, mesmo que por alguns dias, depois de perder por níveis alemães a votação do impeachment.
E ainda acusam de golpistas quem os derrota na forma da lei. Não tem jeito: aproveitando os Jogos Olímpicos e a presença no Brasil da Pira Sagrada, atocha, Dilma!
A hora da festa
Divertindo-se com a equipe de Temer, quase toda importada de Dilma, discutindo moralização e ladroeira? Pois vai divertir-se ainda mais até o fim do mês, quando aparecer na Procuradoria Geral da República a lista dos 316 políticos de Benê, que era o presidente da Construtora Norberto Odebrecht. Tem delação pra mais de metro. A metragem é quente, toda sem concorrência. E tudo vai fundo.
Pois é
O Governo Dilma fez a festa nomeando toneladas de cumpanhêro para ocupar o máximo de cargos no Governo. E bateu todos os recordes: chegou ao extremo de cancelar a nomeação de Waldir Maranhão para o posto de Cunha, amigo de fé e irmão camarada de Irineu Maranhão, seu antecessor, para ocupar mais espaços oficiais. Valia tudo, de amigos a qualquer cargo público. Quem achar que só tem gente que presta estará sempre enganado.
Os bons
O curioso é que há gente boa no Congresso. O senador Cristóvam Buarque é um; a senadora. Ana Amélia, outra. Gente fina, correta, como se deve. Mas defendê-los, como? Como mostrar ao público que são gente honesta e correta?
Revelações
Todos esses episódios vividos nos últimos meses serviram para demonstrar a capacidade inenarrável e o caráter de diversos vestais que passeavam na orla vestidos de freira. O maior exemplo é José Eduardo Cardozo, que vem mostrando uma incrível capacidade de se equilibrar no precipício.
Os outros? Os aloprados de sempre.
As vítimas
E a Suzana von Richthofen, hem? Só porque participou do assassínio dos pais achou ruim porque isso poderia prejudicá-la. Uma injustiçada!
Dia quente
Este colunista deseja a todos um bom dia. E espera que haja bom senso tanto nas comemorações quanto na raiva da derrota.
Chumbo Gordo - www.chumbogordo.com.br
carlos@brickmann.com.br
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A hora do comissariado: "Show de horrores". Por Aylê-Salassié F. Quintão
| Da página do Carlos Brickmann |
Os paradoxos da empregabilidade pesam fortemente sobre a esperada redução de 36 para 26 ministérios no suposto futuro governo Temer. Milhares de cargos comissionados poderão ser extintos, e seus ocupantes, nomeados na onda do que ficou conhecido como "aparelhamento da máquina do Estado", serem dispensados . Nesses últimos treze anos de governo no Brasil desdenhou-se da complexidade técnica das políticas e cargos públicos . As funções de Estado e suas representações vulgarizaram-se - inclusive as de ministro - e foram perdendo gradualmente a autoridade e o sentido, levando à desfiguração das instituições e à desmotivação o funcionalismo.
Os despreparados correligionários assumiram o comando da máquina de governo , e foram destituindo e confundindo a estrutura estratégica e gestora do Estado burocrático brasileiro. De 13 anos para cá, 20 a 30 mil cargos comissionados foram ocupados por estranhos ao serviço público. Encarregaram-se eles de estabelecer em cada setor, em cada estado, uma base empírica de sustentação das novas políticas públicas, o que foi feito mediante as tentativas de cooptação do funcionalismo e até mesmo o " patrulhamento ideológico" nas repartições.
Nesses últimos anos, conforme o IBGE, o número de funcionários governamentais cresceu 66,7%, beneficiando com a empregabilidade sobretudo os estados do Nordeste e do Norte. A nível regional, os comissionados e contratados pela CLT chegaram a 18,7 %. A Grécia quebrou assim e Portugal passou perto: "Show de horror!" , diz um debatedor do Yahoo .
Assim, foi fácil entregar a chefia de ministérios até a partido de oposição, porque que a gerência da política setorial não cabia ao ministro, mas aos comissionados, que se localizavam em cargos de assessores, secretários-gerais ou diretores. Lá na base estavam os tarefeiros (comissários), aqueles que a título de reafirmar o Poder saem por aí fechando estradas, invadindo órgãos do governo, quebrando prédios públicos, enfrentando no braço a oposição e até a polícia.
Ora, com a redução do número e tamanho dos ministérios, o cenário da transição induz a imaginar que o novo governo vai se ver na obrigação, natural, de extinguir milhares de cargos. Haveria, portanto, um grande contingente de comissionados e terceirizados dispensados, providência que teria o objetivo proteger a segurança e a estabilidade programas e projetos das políticas públicas que virão.
... Abriram logo as portas da máquina pública para a gestão compartilhada com sindicatos, ex-militantes políticos e, com as empreiteiras, amparando-se no braço fisiológico do PMDB. Vejam no que deu.
Contraditoriamente, esse grupo de demitidos engrossará, certamente, a massa de 11,1 milhões de desempregados. Em contrapartida, poderá haver , disponibilidade de empregos na máquina pública, particularmente nas áreas técnicas, absorvendo parcela dos desempregados . Corre-se, entretanto, o risco de gerar desencantos delicados de um lado e do outro, já que assim se manifestam. A retórica sedutora de Lula conseguiu, parcialmente, dividir o Brasil, ao anunciar o País dos pobres e "o dos olhos azuis" .
Houve, entretanto, um grave erro de avaliação: o Brasil nunca teve de sobra "massa crítica" para ocupar e gerir a complexidade do aparelho de Estado. Por isso, no passado, a Embrapa mandou 300 técnicos fazer mestrados e doutorados no exterior. A China fez a mesma coisa. Lula e Dilma não. Abriram logo as portas da máquina pública para a gestão compartilhada com sindicatos, ex-militantes políticos e, com as empreiteiras, amparando-se no braço fisiológico do PMDB. Vejam no que deu.
Agora, é preciso urgente dar um sinal apaziguador e de esperança para o mercado de trabalho, e assim evitar, cair no perigosos desvio da "caça às bruxas" . A experiência de aparelhamento, aparentemente finda, mostra ser também impossível inchar mais a máquina do Estado . Temer terá de contar efetivamente com a adesão dos setores privados: pequenos empreendedores individuais , iniciativas criativas das novas gerações (start ups) e, sem dúvida, das grandes empresas, para acionar logo o sistema produtivo, e absorver essa massa de desempregados. Não se pode deixar mais nenhuma empresa fechar as portas. Não há governo que se sustente diante do desemprego pleno, nem Estado que suporte o inchaço funcional da máquina. O Meireles precisa incluir o tema na sua agenda.
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Aylê-Salassié F. Quintão* - Jornalista, professor. Doutor em História CulturalPromessas
Para deixar a Câmara, Waldir Maranhão cobra do governador Flávio Dino (PCdoB) a promessa de nomeá-lo secretário da Educação, como pagamento pela presepada que o convenceu a fazer. Para assumir o novo cargo, ele se licenciaria do mandato. Seria uma “saída honrosa”.
Cláudio Humberto
Cláudio Humberto
Mando de Lula
Lula foi apontado como mandante das agressões, na saída do Planalto, de “mortadelas” contra jornalistas, que ele culpa pelo impeachment. Como se a imprensa tivesse cometido os crimes que afastaram Dilma.
Cláudio Humberto
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