domingo, 10 de janeiro de 2016
Quando a grana fala mais alto que a dignidade
Todo homem é considerado bom até a mulher não encontrar batom na cueca ou o contrato de aluguel do apartamento da amante. Depois disso ele passa a ser ótimo, pois ela não é boba para perder a mordomia.
Poeminha
VIVER
O nosso tempo escorre pela existência
Precisa ter o seu devido valor
Porém muitos desencontrados na vida
Perdidos num mar de futilidades
Confundem estar vivo
Com viver.
HUMOR ATEU- Um suicida em Mumbai
Em
Mumbai, um homem vai pular de um edifício. Corre um bom policial hindu
para acalmá-lo.
"Não pule, pense em seu pai" grita
para o homem, que responde:
"Não
tenho um pai, eu vou pular".
O
policial passa por uma lista de parentes, mãe, irmãos, irmãs, etc. Cada vez
o suicida diz "não tenho uma”, e vai indo para saltar.
Desesperado o policial grita-se "Não
pule! Pense do Senhor Krishna"
O
homem responde:
"Quem
é esse?"
Então
grita o policial: "Pule já
muçulmano! Você está bloqueando o tráfego!"
HUMOR ATEU
Um menino católico e um menino muçulmano
estavam conversando e o menino católico disse: "Meu padre sabe mais do que
o seu Deus." O menino islâmico disse: "É claro que ele sabe, você lhe
contar tudo."
"Depois de três anos, 8 meses e 13 dias de prisão, ainda me sinto um refém do governo do Uruguai", diz preso político
Libertado na semana passada, o advogado Alejandro Melgar, que foi preso ilegalmente em Montevidéu, fala do medo de voltar para prisão e da luta para provar nos tribunais internacionais as violações que o governo de José Mujica cometeu para atender o amigo boliviano Evo Morales

O advogado uruguaio-boliviano, Alejandro Melgar, passou os últimos quatro anos preso em uma cadeia de Montevidéu aguardado a decisão sobre um pedido de extradição apresentado pelo governo de Evo Morales. Melgar foi preso no dia no dia 23 de abril de 2012 em atenção a um pedido da polícia boliviana que alegava ter obtido junto a Interpol uma ordem de captura contra Melgar.
O governo de Evo Morales o acusa de terrorismo, em um caso controverso, no qual, o próprio Procurador que era responsável pela investigação confessou que tudo não passou de uma armação do governo para perseguir e incriminar opositores.
Nos primeiros dias que sucederam à prisão de Melgar, o escritório central da Interpol, com sede na cidade francesa de Lyon, enviou uma mensagem para as autoridades uruguaias negando que haviam pedido a captura. Segundo a mensagem (veja abaixo) a instituição disse que não atua em casos de características políticas. "Essa foi, para mim a primeira declaração oficial de minha inocência", disse à VEJA Alejandro Melgar em sua primeira entrevista concedida depois de ser solto na terça-feira passada.
O advogado uruguaio-boliviano, Alejandro Melgar, passou os últimos quatro anos preso em uma cadeia de Montevidéu aguardado a decisão sobre um pedido de extradição apresentado pelo governo de Evo Morales. Melgar foi preso no dia no dia 23 de abril de 2012 em atenção a um pedido da polícia boliviana que alegava ter obtido junto a Interpol uma ordem de captura contra Melgar.
O governo de Evo Morales o acusa de terrorismo, em um caso controverso, no qual, o próprio Procurador que era responsável pela investigação confessou que tudo não passou de uma armação do governo para perseguir e incriminar opositores.
Nos primeiros dias que sucederam à prisão de Melgar, o escritório central da Interpol, com sede na cidade francesa de Lyon, enviou uma mensagem para as autoridades uruguaias negando que haviam pedido a captura. Segundo a mensagem (veja abaixo) a instituição disse que não atua em casos de características políticas. "Essa foi, para mim a primeira declaração oficial de minha inocência", disse à VEJA Alejandro Melgar em sua primeira entrevista concedida depois de ser solto na terça-feira passada.
Na última semana de dezembro, a Justiça uruguaia negou a extradição de Melgar e determinou que ele fosse colocado em liberdade, mediante uma série de condições. Apesar de o processo ter sido encerrado e de não existir nenhuma ação contra o ele, o Tribunal de Apelação determinou a apreensão de seu passaporte, o comparecimento semanal frente a um juiz e o pagamento de uma fiança de 100.000 dólares. "Assassinos e condenados por crimes da ditadura não foram submetidos ao rigor da Justiça, como Alejandro Melgar. O Uruguai errou ao prendê-lo e continua errando em não lhe garantir plenamente seus direitos", diz o deputado Jaime Trobo, presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados do Uruguai. "Para mim, o caso de Alejandro é o Plan Condor 2".
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