segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Os venezuelanos aprenderam a lição. Aqui não, reelegeram Dilma.

VENEZUELA- Maduro está mesmo caindo...de podre!

Venezuelanos derrotam chavismo e elegem maioria de oposição no Legislativo

Essa será a primeira vez em que a coalizão ocupará a maior parte dos assentos do Parlamento, colocando fim a 17 anos de domínio dos socialistas


A oposição venezuelana conquistou a maioria dos lugares da Assembleia Nacional nas eleições legislativas deste domingo. O resultado representa uma grande derrota para o partido socialista, que comanda o país há 17 anos, desde a chegada de Hugo Chávez à liderança do governo nacional. Os opositores vão ocupar pelo menos 99 das 167 cadeiras do parlamento, segundo anunciou a presidente do Conselho Eleitoral Nacional, Tibisay Lucena. Os socialistas ficaram com 46 assentos, enquanto os demais permanecem em apuração.

Essa é a primeira vez em que a coalizão opositora consegue uma maioria no Parlamento desde que este foi criado no ano de 2000, após a dissolução do antigo Congresso. A vitória da oposição permite à coligação designar a junta diretiva da Câmara, que tomará posse em 5 de janeiro de 2016, e da qual nunca fez parte.

Entre outras coisas, coligação têm a possibilidade de aprovar uma lei de anistia que extinga a responsabilidade penal que pesa sobre vários opositores presos, entre eles o líder da oposição, Leopoldo López, condenado a quase 14 anos de prisão.

LEIA TAMBÉM:

Venezuela retira credenciais de ex-presidentes que questionaram eleições

Leopoldo López, opositor que está preso, é autorizado a votar na Venezuela

Direto de Caracas: foi dada a largada para as eleições legislativas na Venezuela

Após o anúncio, que ocorreu logo depois da meia-noite no horário local (3 horas em Brasília), as ruas de Caracas foram tomadas por opositores do presidente Nicolás Maduro, que comemoraram com gritos e fogos de artifício. Ainda antes da declaração oficial, líderes da oposição já afirmavam ter vencido o pleito.

Maduro reconheceu a vitória da oposição logo após o anúncio, dizendo que a democracia e a Constituição venezuelana triunfaram, apesar da derrota de seu grupo político. O presidente culpou a tentativa de desestabilização da revolução socialista por parte de seus adversários pelo revés, que considerou "circunstancial". "Posso dizer hoje que a guerra econômica venceu", disse ele em pronunciamento pela televisão a partir do palácio presidencial.

O ex-candidato à presidência pela oposição Henrique Capriles afirmou, pelo Twitter, que "com grande humildade, serenidade e maturidade" aceita "o que o povo decidiu".

Oposição - A coligação opositora da país, a Mesa da Unidade Democrática (MUD), afirmou nesta segunda-feira que sua vitória nas legislativas representa o "começo da mudança" no país. "Começou a mudança Venezuela, hoje temos razões para comemorar, o país pedia uma mudança, essa mudança começou hoje", disse o secretário-executivo da MUD, Jesús Torrealba.

Com esta vitória "a agenda da paz reinou, a agenda dos cidadãos se impôs, o voto conseguiu vencer democraticamente um governo que não é democrático", afirmou o porta-voz da aliança ao fazer a leitura de um comunicado conjunto da plataforma que reúne a maioria dos partidos de oposição.

Torrealba considerou que esta vitória envia uma mensagem ao governo de Nicolás Maduro, porque demonstra que "o povo falou claro, as famílias venezuelanas se cansaram de viver as consequências do fracasso, o povo não tolera nem o mais mínimo desvio dos princípios estabelecidos na constituição".

(Com Estadão Conteúdo)

A comissão dos parentes e apaniguados



Leonardo Picciani, o Sibá Machado do PMDB, já escolheu cinco dos oito representantes do partido na comissão especial do impeachment, segundo Lauro Jardim.

São eles:

1 - João Arruda, conhecido por ser sobrinho de Roberto Requião.

2 - José Priante, primo de Jader Barbalho e processado no STF por desvio de recursos e crime eleitoral.

3 - Hildo Rocha, velho apaniguado de José Sarney que, em tempos recentes, traiu o chefe.

4 - Washington Reis, membro da tropa de choque de Eduardo Cunha.

E por último:

5 - O próprio Leonardo Picciani, filho de Jorge Picciani, chefe de uma família que, segundo consta, teve crescimento patrimonial de 3.400% em dez anos.

O Antagonista

OS MERCENÁRIOS

A situação do governo é tão ruim que só os chamados “movimentos sociais”, milicianos sustentados por verbas públicas, defendem o governo Dilma, observa o deputado Jerônimo Goergen (PP-RS).

CH

TSE- Vem aí o Ministro Gilmar Mendes! Tem gente na periferia da lei, vermelhinhos, que não estão gostando.

DILMA VAI REPETIR A DEFESA QUE FRACASSOU NO TCU

A estratégia de defesa da presidente Dilma, na comissão processante do impeachment, é repetir o que fracassou no julgamento das pedaladas fiscais no Tribunal de Contas da União: que “todo mundo fez igual”. A alegação, que os ministros do TCU consideraram risível, nem sequer leva em conta que entre governos passados e o atual, foi criada uma lei que Dilma costuma ignorar: a Lei de Responsabilidade Fiscal.

 OFENSA À INTELIGÊNCIA Os analistas do TCU se ofenderam com as justificativas de Dilma sobre as pedaladas: crime fiscal é crime, independentemente do autor.

 TCU CONDENOU Nas pedaladas, o governo tentou afastar o relator, chamou ministro do TCU de “agente político” etc. Só faltou acusar o TCU de “golpista”.

 DESQUALIFICAR, SEMPRE No julgamento das pedaladas fiscais, três ministros de Dilma tentaram desqualificar o relator, ministro Augusto Nardes. Foi inútil.

 DOCUMENTO ARRASADOR O governo chama de “golpe” a denúncia de três dos mais admirados juristas brasileiros: Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr e Janaína Paschoal.