segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Curto-circuito no PT

O governo, segundo a Folha de S. Paulo, acha que Delcídio Amaral “pode ser o fio desencapado que os investigadores da Lava Jato tanto buscavam e que o universo político tanto temia. Aquele personagem capaz de, com suas revelações, envolver pessoas de partidos da situação e até da oposição em situações constrangedoras”. Se “situação constrangedora” é um eufemismo para a cadeia, o governo de Dilma Rousseff tem razão: Delcídio Amaral pode ser o fio desencapado que provoca um curto-circuito na quadrilha que governou o Brasil nos últimos 13 anos.

O Antagonista

Curto-circuito no Skype

Delcídio Amaral será expulso do PT via Skype. É o que diz o jornal Valor: "Para não amplificar as brigas internas, nem expor suas vísceras, a cúpula do PT avalia a possibilidade de debater a saída do líder do Governo no Senado, Delcídio do Amaral, numa teleconferência. A medida evitaria um confronto direto dos dirigentes do partido". Lula, como sempre, é um exemplo de lealdade e coragem.

O Antagonista

Estamos esperando por Lula lá. Será que o grande capo vai?

Jornalista e jornalista

A editora de Política de Zero Hora faz coro com setores do governo gaúcho que querem acabar com a Corag.

A jornalista Rosane Oliveira nunca pensou nisto durante o governo Tarso Genro.

É que no governo do PT, seu marido editava a revista Vox, patrocinada pela Corag.

Políbio Braga

Juiz da 3a. Vara da Fazenda Pública bloqueia todos os bens de Tarso Genro

O ex-governador Tarso Genro foi de novo penalizado em juízo, desta vez no âmbito da 3a. vara da Fazenda Pública de Porto Alegre. Ele responde a dois processos na condição de ex-prefeito de Porto Alegre e num deles já foi condenado. 

Ele acaba de ter todos os seus bens bloqueados.

O processo atinge também o ex-secretário João Vitor Domingues, o atual secretário dos Transportes, Pedro Westphalen e dois dirigentes do Daer. 

O caso é de 2002 em ação que exigiu do governo estadual a realização de licitação para 1,8 mil linhas de transporte intermunicipal que são reguladas pelo Daer.Na ação, o MP pede a aplicação de multa de mais de R$ 1 bilhão aos responsáveis.Os réus questionam o fato de gestores dos governos anteriores, que também não fizeram o procedimento licitatório, estarem livres do processo judicial. E reclamam que não houve direito ao contraditório antes da liminar. O argumento de defesa é de que a aplicação da multa e o bloqueio de bens são equivocados.

 Ainda não há decisão de mérito quanto a isso, mas os bens foram bloqueados como forma de garantir o pagamento da multa, caso a sentença acate a formulação do MP. O órgão cobra a realização de licitação para as linhas intermunicipais de transporte como forma de melhor organizar o sistema, com avanços na prestação de serviço. Atualmente, as empresas de transporte atuam com concessões "precárias".

Políbio Braga

O Portal da Transparência, site gerenciado pela Controladoria-Geral da União, que deveria conter todos os gastos do governo federal, parou de contabilizar como o governo Dilma gasta o dinheiro dos contribuintes.

‘FORÇAS OCULTAS’ DO GOVERNO TENTAM BARRAR CPI

“Forças ocultas do governo”, segundo membros da CPI dos Fundos de Pensão, tentam barrar as investigações da comissão que apura o rombo dos fundos de pensão de empresas estatais, que lesou milhares de aposentados. Os ministros Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo) e Jaques Wagner (Casa Civil) seriam os responsáveis pela frente governista contra a comissão na Câmara. Ordem seria “sufocar” a CPI

 VACCARI METE MEDO

O Planalto quer evitar que o ex-tesoureiro petista preso João Vaccari Neto negocie acordo de delação premiada com o Ministério Público.

 MEDO DE LUZ

 O Planalto e a cúpula petista temem “efeito devastador” de possível delação do responsável por finanças do PT nas campanhas eleitorais.

 ALÉM FRONTEIRA

“A CPI reforça a tese do juiz Sérgio Moro” de que a Lava Jato é maior que a Petrobras, avaliou o presidente da CPI, Efraim Filho (DEM-PB).

 NEGÓCIO SUSPEITO

A CPI se concentra em investimentos do Postalis, fundo dos Correios, que acumula déficit de R$ 5,6 bilhões no Bank of New York (BNY).

Cláudio Humberto