quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Somos o oposto de Lula

Alguns de nossos leitores defendem a necessidade de fazer um acordo imundo com Eduardo Cunha porque ele comanda o processo de impeachment. É o que está fazendo Lula neste momento – um acordo imundo com Eduardo Cunha. O Antagonista é o oposto de Lula.

O Antagonista

EDUARDO CUNHA QUER EXPURGO DO MINISTRO DA JUSTIÇA E NOMEAÇÃO DE TEMER PARA FAZER ACORDO COM DILMA E O PT

São cada vez mais consistentes as informações de que o governo Dilma Roussef e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, negociam algum tipo de acordo que blinde ambos. O PT é chave na negociação. PT, Dilma e Cunha estão acostumados a todo tipo de patifaria. O acordo, segundo a Folha de S. Paulo de hoje, custaria a cabeça do ministro José Eduardo Cardozo, a quem Cunha atribui os vazamentos seletivos contra ele. Ele quer a cabeça de Cardozo e a nomeação de Michel Temer para a vaga.

 O governo e o PT até concordariam com as duas exigências, mas negaram a terceira, que seria blindá-lo no julgamento do Lava Jato. Ambos disseram que este poder não possuem. Além disto, o presidente da Câmara exige ser blindado na Comissão de Ética, que tem 21 membros, sendo 8 do bloco comandado pelo PMDB e 7 pelo bloco liderado pelo PT. Em troca, Eduardo Cunha se compromete a: 1) Blindar Dilma nos casos de impeachment. 2) Aprovar as pautas do governo na Câmara.

Políbio Braga

O calote que não ousa dizer seu nome- Alexandre Schwartsman

Imagine um governo que "hoje" arrecada $ 100, mas gasta $ 110 e, portanto, se endivida em $ 10, prometendo pagar este valor de volta "amanhã", acrescido de juros de 10%. No caso, isso significa que "amanhã" a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta tem que somar $ 11; $ 10 para pagar de volta o principal e $ 1 a título de juros. Para simplificar a exposição, vamos supor também que "hoje" já sabemos se "amanhã" o governo conseguirá (ou não) economizar os $ 11 necessários para pagar sua dívida.

Caso se saiba que o governo tem essa capacidade, a vida segue. O caso interessante, porém, é o oposto, quando sabemos que isso não será possível –por exemplo, que o governo só conseguirá guardar $ 5,50 (metade do necessário). Isso significa que, dada a taxa de juros de 10%, a dívida, inicialmente de $ 10, só pode valer $ 5, pois apenas com uma dívida deste valor e juros de $ 0,50 (10% de $ 5) o governo seria capaz de servi-la.

Isso é, nas condições acima, o valor da dívida teria que cair à metade. Há duas formas de fazê-lo: ou cortamos seu valor de face à metade (calote, em bom português), ou todos os preços desta economia dobram para fazer com que a dívida, que inicialmente poderia ser trocada por uma cesta de produtos no valor de $ 10, agora só possa ser trocada por uma cesta de produtos que vale $ 5. Em outras palavras, sob "dominância fiscal", a inflação (o calote que não ousa dizer seu nome) fará o serviço que o governo não consegue fazer.

Pau que bate em Chico....

Ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), Sepúlveda Pertence diverge de Teori Zavascki: ele acha que a lei federal de 1950, usada para o impeachment do ex-presidente Fernando Collor, continua valendo e deveria balizar o eventual impeachment de Dilma.

CH

PERGUNTA NO CASTELÃO A seleção da Venezuela aproveitou a vinda ao Brasil para comprar produtos básicos, tipo papel higiênico, pasta de dente etc? (Diário do Poder)

O absurdo acontece no país dos bundas coladas

A Justiça do Trabalho outra vez está sendo usada para enriquecer espertos: está na iminência de condenar uma empresa a pagar R$ 100 milhões a um vendedor de bilhete de loteria que trabalhou 18 meses.

CH

A VOZ DO MURCHO- Sem recriação da CPMF, seguro-desemprego e abono salarial correm risco, diz Levy

Pois que corram! Estamos cansados de pagar sem retorno. Basta de governo intervencionista e extorsivo!