domingo, 20 de setembro de 2015
USP cai 11 posições em um dos principais rankings do mundo
USP cai 11 posições em um dos principais rankings do mundo
Universidade de São Paulo (USP) caiu 11 posições no ranking da publicação britânica Quacquarelli Symonds (QS), uma das principais listas de universidades do mundo. A instituição saiu do 132º lugar, em 2014, para o 143º em 2015. É a segunda queda consecutiva – em 2013, a universidade estava em 127º.
A USP é a segunda instituição da América Latina a aparecer na lista, atrás da Universidade de Buenos Aires (UBA), na Argentina, que está na posição 124.
A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), por outro lado, subiu 11 posições desde o ano passado e é a segunda brasileira mais bem colocada, em 195º do ranking. Desde 2013, a instituição avançou 20 colocações. Unicamp e USP são as únicas brasileiras entre os top 200, de um total 891 avaliadas.
A terceira brasileira a aparecer no ranking do QS é a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que caiu do 271º lugar para 323º em um ano.
A avaliação leva em conta, entre outros, reputação acadêmica, citações de trabalhos em artigos científicos, e número de estudantes e professores estrangeiros.
Pelo quarto ano consecutivo, o ranking do QS é liderado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos. Em segundo lugar aparece a Universidade de Harvard, também nos EUA, e, em terceiro, a de Cambridge, no Reino Unido.
O Brasil é o melhor da América Latina, com 22 universidades no ranking. Em seguida vem Argentina, com 16, e México, com 14.
Os rankings incluem universidades de 82 países. Trinta e quatro países aparecem no top 200. Os Estados Unidos lideram, com 49 instituições, à frente do Reino Unido (30), Países Baixos (12), Alemanha (11), Canadá, Austrália e Japão (8), China (7), França, Suécia e Hong Kong (5).
Fonte: O Estado de S.Paulo.
Uma dieta para o Brasil
Uma dieta para o Brasil
A única vitória pessoal de Dilma no seu segundo mandato foi emagrecer, melhorar a aparência e aumentar sua autoestima, no fundo do poço desde que foi julgada mentirosa e incompetente por 93% da população.
O Brasil também está precisando de uma dieta. Uma mudança radical dos hábitos alimentares do Estado glutão e obeso.
Mas primeiro é necessário um detox radical, já iniciado com a eficientíssima dieta Lava-Jato, no Spa de Curitiba, começando a descontaminação do organismo estatal inchado de gorduras, parasitas, subsídios e privilégios, que criam dependência cada vez maior de drogas fiscais.
Controlar a gula arrecadadora. Perder gordura de custos e diminuir o peso das dívidas para melhorar a saúde dos órgãos vitais. Fazer exercícios diários de eficiência para desenvolver músculos produtivos e perder banha burocrática, que gera incompetência e corrupção. Cortar projetos megalomaníacos anabolizantes que aumentam despesas para ganhar eleições. Trocar charlatãos e marqueteiros por médicos e nutricionistas ou políticos e administradores, honestos e competentes.
Controlar a gula arrecadadora. Perder gordura de custos e diminuir o peso das dívidas
Na dieta brasileira não entram drogas como a velha CPMF, que funcionam como anfetamina, moderando o apetite de arrecadação do Estado, mas a médio prazo só conseguem criar mais fome, por mais impostos. A opção à dieta seria a redução cirúrgica do estômago do Estado, um impeachment da gordura e das toxinas.
O pior seria a dieta Lula: “Em vez de cortar despesas, devemos estimular investimentos e aumentar o crédito”, como se houvesse dinheiro para isso, e não fosse essa uma das origens da atual crise que, como Dilma dizia de Marina na campanha, está tirando comida da mesa do pobre.
Tanto sofrimento, tanto sacrifício, mas, sem reformas estruturais dos hábitos alimentares e dos gastos de calorias do Estado, será só uma travessia para voltar aos velhos vícios, em um efeito sanfona que logo levará de novo à obesidade, celeiro da corrupção.
A receita de Dilma para o Brasil tem tudo para repetir, de forma trágica, a piada de Tim Maia: “Fiz uma dieta rigorosa, cortei gorduras, açúcar e álcool. Em duas semanas perdi 14 dias.”
Fonte: O Globo, 18/9/2015
Vive la Franse, ops, France
Aos poucos, percebe-se o desastre que métodos pedagógicos como o construtivismo vêm causando.
Na França, por exemplo, a ocorrência de erros ortográficos praticamente dobrou nos últimos vinte anos, em todos os níveis sociais -- das provas escolares aos testes para emprego.
Diante desse desastre, o ministério da Educação francês decidiu instituir o ditado obrigatório, todos os dias, no ensino fundamental.
Vive la Franse, ops, France.
O Antagonista
Você já leu?
Deus- “Pedro, você já leu a Bíblia?”
Pedro- “Ainda não tive tempo.”
Deus- “Quando ler atente às contradições. Lendo-a
não sei se sou o todo poderoso ou o todo rancoroso.”
O Papa Chico não é meu
“O Papa Chico é dos católicos. Os católicos com o suor do seu trabalho sustentam a igreja, que prega que sustentem também com a grana advinda do seu trabalho todos os encostados na vadiagem politiqueira, vide MST e outros. Dos capitalistas pegam a grana, mas no discurso de tolos fecham para eles a porta do céu.” (Mim)
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“Somo discriminadas, quase párias da sociedade. Mas digo que antes ser pulga que um rato.” (Pulga Lurdes)
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