quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Bene Barbosa é condecorado com Medalha Pedro Ernesto pela Câmara do Rio. Parabéns! Desarmamentistas piram!

Bene medalhaA Câmara Municipal do Rio de Janeiro aprovou ontem (terça-feira, 4) a concessão da Medalha de Mérito Pedro Ernesto ao especialista em Segurança Pública Bene Barbosa, autor do livro Mentiram para mim sobre o desarmamento.
A aprovação da proposição feita pelo vereador Carlos Bolsonaro no dia 30 de junho “pelos relevantes serviços prestados” por Barbosa “em prol da Cidade do Rio de Janeiro” foi publicada nesta quarta-feira (5) - e a data da entrega ainda será marcada.
“Até onde sei, sou o primeiro a ser premiado com uma medalha oficial pela luta contra o desarmamento no Brasil. Nem eu estou acreditando!”, disse Barbosa a este blog.
Os vereadores que apoiaram a concessão foram Babá, Carlo Caiado, César Maia, Dr. Eduardo Moura, Dr. Gilberto, Eliseu Kessler, Jimmy Pereira, Júnior da Lucinha, Marcelino D’Almeida, Marcelo Piuí, Paulo Messina, Prof. Célio Lupparelli, Professor Rogério Rocal, Reimont, Renato Moura, Rosa Fernandes e Veronica Costa.
Seguem abaixo a justificava apresentada por Carlos Bolsonaro e a descrição da medalha.
Parabéns, meu caro Bene! Os desarmamentistas piram!
“Bene Barbosa é bacharel em Direito, especialista em segurança pública, armas, munições e suas utilizações. Ainda na década de 90, ao surgirem os primeiros indícios de que a população brasileira seria privada de sua liberdade de possuir armas, fundou o website In-Correto, que atualizava durante a madrugada, tempo que lhe sobrava entre os dois empregos e a família.
Em 2000 foi diagnosticado com câncer e teve o prognóstico nada otimista de apenas mais cinco anos de vida. O que poderia parecer o fim acabou se transformando em um recomeço. Afastado de suas atividades laborais, pôde se aprofundar em seus estudos, e em 2004 percebeu que havia a necessidade de profissionalizar a luta contra o desarmamento civil: fundou então o Movimento Viva Brasil, que se tornou referência nacional e internacional. Em 2005 foi convidado para integrar a Frente Parlamentar pelo Direito à Legítima Defesa e tornou-se um dos mais importantes coordenadores da campanha vitoriosa do ‘Não’, no referendo de 2005.
Hoje, já curado, é autor de mais de uma centena de artigos publicados nos mais importantes veículos de comunicação, participou de mais de 200 debates, já proferiu dezenas de palestras por todo o Brasil, e atuou como consultor em diversos projetos de lei. É recorrentemente convidado para Audiência Públicas no Congresso Nacional e já foi fonte em incontáveis reportagens.
Neste ano, juntamente com o escritor Flavio Quintela, publicou o livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento, que se tornou em menos de uma semana um dos livros mais vendidos no Brasil e vem sendo recorrentemente utilizado como fonte de consulta por outros especialistas, jornalistas, políticos, estudantes e demais interessados no assunto.”
A descrição da medalha no site da Câmara Municipal:
“A Medalha de Mérito Pedro Ernesto foi criada através da Resolução nº 40, em 20 de outubro de 1980. Ela é a principal homenagem que o Rio de Janeiro presta a quem mais se destaca na sociedade brasileira ou internacional. Recebeu esse nome em reconhecimento ao trabalho do prefeito Pedro Ernesto, e por isso sua figura é estampada nas duas Medalhas que fazem parte do Conjunto. Uma presa ao colar, e a outra para ser colocada na lapela do lado direito do homenageado. Ambas são presas em uma fita de cores azul, vermelha e branca que são as cores da bandeira da cidade.”

José Dirceu, em 1994: “O que é público e notório dispensa provas”

José-Dirceu-negro-300x212
Nada como usar frases de esquerdistas contra eles próprios.
Em 1994, o deputado Ricardo Fiúza (PFL-PE) foi apontado pela CPI do Orçamento como um dos parlamentares que participavam do esquema de distribuição dos recursos orçamentários. A CPI recomendou sua cassação, mas ele acabou sendo absolvido pelo plenário da Câmara.
A propósito do julgamento, o mesmo José Dirceu que reclama da falta de provas para suas prisões pelo mensalão e pelo petrolão disse em 11 de maio de 1994:
“Senhor Presidente, espero que amanhã esta Casa faça aquilo que a lei e o direito mandam. O que é público e notório dispensa provas. O deputado Ricardo Fiúza é corrupto. Isto é público e notório, dispensa provas”.
Pois é.
Também é público e notório o envolvimento de Dirceu nos esquemas petistas de corrupção dos governos Lula e Dilma Rousseff, com a diferença de que, em ambos os casos, há uma série de provas.
Espero que a Justiça faça aquilo que a lei e o direito mandam.

Sonífero

-Qual o melhor sonífero de todos os tempos?
- O discurso de Fidel Castro com comentários do Eduardo Suplicy.

Na sociedade da confiança, há presunção de inocência; na da malandragem, não

Todos estão cansados de conhecer casos em que o vendedor trocou o produto comprado imediatamente após reclamação do consumidor. Não? Nos Estados Unidos, digo. São casos muito comuns. Se você diz que o produto veio com problema, normalmente a loja dá outro. É que há uma confiança disseminada na sociedade americana de que o sujeito será ético. Isso se deve tanto à própria cultura do povo, como ao mecanismo de punição no caso de engodo e “malandragem”, o que disciplina o bom comportamento ao longo do tempo.
Dois casos recentes, um no Brasil e outro nos Estados Unidos, mostram com clareza a gritante diferença de culturas. José Henrique Mariante escreveu um artigona Folha em que relata como virou um obcecado com a redução no consumo de água. Ecoterrorismo à parte, como ele mesmo admite (“você desconfia de carro lavado, cria ojeriza a mangueiras. E sente que está ficando xarope quando se segura para não questionar a colega que trocou de prato no bufê após a salada, imaginando quanta água seria economizada se todos usassem menos louça…”), o que nos interessa aqui é a reação da Sabesp, estatal que cuida do abastecimento de água em São Paulo:
Mas percebi que sou mesmo um caso perdido quando a Sabesp apareceu em casa e, sem perguntar, trocou o hidrômetro. O formulário mal preenchido é bem claro. O relógio antigo será analisado, posso ser processado por fraude. Nem mesmo o governo acredita que é possível economizar tanta água. 
Vale notar que seu caso não foi isolado: um leitor do jornal disse que aconteceu o mesmo com ele. Ou seja, a primeira reação da empresa é julgar o consumidor como um “malandro”, um safado que adulterou o hidrômetro para pagar menos em sua conta. Não há confiança, e por bons motivos: historicamente há muitos “espertos” mesmo, praticando todo tipo de golpe e ficando impune. Novamente: cultura da leniência e da malandragem somada à impunidade, a combinação mais explosiva que existe, punindo o próprio consumidor.
Já com um amigo meu que mora nos Estados Unidos aconteceu o contrário. Sua conta de água vinha todo mês em torno de US$ 80, até um belo dia chegar uma fatura de uns US$ 300. Ele deu um baita pulo assustado. Ligou para a empresa que cuida do serviço, também uma estatal. Mas que diferença! A moça que lhe atendeu parecia estar do seu lado, como ele me disse. Ela queria ajudá-lo. E lhe informou que a empresa tem um bônus para oferecer quando esse tipo de desvio estatístico acontece.
Como nenhum vazamento foi encontrado em seu sistema, a empresa assumiu que era algum erro qualquer… da própria empresa! E garantiu a ele que o valor excessivo seria devolvido, ou seja, a empresa iria confiar no cliente e assumir que algum problema qualquer fora responsável pela elevada conta fora da curva naquele mês. Sociedade da confiança: império das leis e premissa de que o outro não quer tirar vantagem em cima de você, não é um “malandro” 171, mas uma pessoa correta numa economia de mercado com benefícios mútuos.
O problema é que o Brasil se acha muito “malandro”, e pensa que os americanos é que são otários. Já posso até imaginar alguns brasileiros, principalmente os eleitores do PT, pensando: “Poxa, que beleza! Então é só de vez em quando usar muito mais água e fingir que deu algum problema, que a empresa nem vai desconfiar”. Malandrão! Pois é…
Rodrigo Constantino

“Educação de berço? Pergunto se é de algum valor quando o tal berço foi um curral de patudos?” (Eriatlov)

Hoje às 20 horas tem panelaço!

NÃO TEREMOS SEGUNDO TURNO.DILMA LEVA NO PRIMEIRO- Dilma atinge 71% de reprovação e supera Collor, diz Datafolha