terça-feira, 19 de maio de 2015

O MUTRETÃO- Dilma promete cargos ao PMDB por apoio ao ajuste fiscal


Nos bastidores, governo oferece a Companhia Docas do Rio em troca do fim da desoneração da folha de pagamentos já em 2015.

Oliver: 1.146

VLADY OLIVER
Taí um número que eu sempre quis conhecer. O número de aspones que povoam a pétubrais, a maior petroleira já acumpanheirada pelo bando de vigaristas e exploradores mesmo é da boa fé de seus consumidores, os mesmos que pagam a gasolina mais cara do mundo e não chiam. Está estampado agora em toda a blogosfera. É o número de empregados da empresa na área de comunicação. Um número vergonhoso. Várias televisões brasileiras não ostentam em seus quadros funcionais tantos vigaristas juntos. O maior conglomerado de comunicação do Brasil deve ultrapassar em pouco os 4 mil empregados, para uma rápida comparação.
Para quem não entende a extensão e a abrangência dessa manipulação criminosa, eu explico. Morei em Vitória, a “capital da Vale”. Uma empresa séria, fazendo um trabalho serio. O montante destinado à “comunicação” na empresa assim mesmo era tamanho que ela acabava aparecendo em obras, eventos, publicações, feiras, mostras por toda a região, sendo de certa forma decisiva para as boas iniciativas culturais por lá demandadas. Dá pra imaginar o poder dessa penetração? Imagine agora uma empresa maior ainda e totalmente aparelhada por uma horda de bandoleiros e calhordas. O resultado é um petrolão.
Começa a ficar claro porque uma parte expressiva de nossa “intelequitualidade” se recusa a defender a decência por aqui, não é mesmo? Basta você ser um japonesinho pilantra, por exemplo, e defender a “vaca na janela” para amealhar meio milhãozinho fácil de nossa grana pública, enfiado em seu bolsinho pilantra por outra política devidamente envolvida até o narizinho falso na tramóia. Que a comunicação deste país tinha sido arrendada pela petralharia, disso eu nunca tive a menor dúvida. O que vem à tona agora é tão somente a extensão da picaretagem toda.
Quantos envolvidos, quantos militantes, quanta ideologia barata babada por essa gente hidrófoba, enquanto o empreendedorismo morre à míngua por aqui. Quanto comunista enrustido defende no ar a picaretagem comadre em que se meteram? Quantos blogueiros chapa-branca servem ao politburo da canalhada? É certo que o número do exército de pilantras que acumpanheiraram a petroleira disputa espaço no noticiário recente com políticos em restaurantes caros sendo devidamente “ovacionados” pelas vigarices que protagonizam. Tanto pior, para quem não entendeu o que está em andamento.
Me parece que o abrir dessa tampa lança um cheiro nauseabundo e insuportável para narizes que ainda guardam um resquício de decência em suas biografias. Como conviver com essa gente? Onde irão se infiltrar agora, hospedeiros de uma doença cretina que se alastra por todo o serviço público e incha o elefante de tal maneira que nenhuma iniciativa honesta pode sobreviver por aqui sem o pires, o chapéu e o beija-mão pusilânime que empurram estes atravessadores do livre pensar em nossa goela estuporada?
O que estes caras conseguiram é cacarejar um mantra. Com dinheiro público, fazem uma “nova estética” no país. A estética dos jecas, dos compadres, dos sabujos, dos encostados, dos pedintes, dos relativos, dos “politicamente corretos e de mais um monte de apaniguados beneficiários de um sistema que vai selecionando o que podemos dizer, o que podemos pensar, o que podemos criticar e o que devemos aplaudir. Para alguém que vive dessa área , como eu, saber que a “invasão de corpos” se deu com a concordância tácita e explícita de uma corja maior ainda – aque composta por aqueles que não reagiram ao estupro em andamento –, a sensação de nojo só é aplacada com aquela outra sensação gritante. A do “eu já sabia”.

“Com a dita gerentona não tem essa de cocô pequeno. A merda sempre é grande!” (Eriatlov)

O Brasil do PT é made in China



Dilma Rousseff anunciará, amanhã, ao lado de Li Keqiang, mais de trinta acordos bilaterais com a China, especialmente nos setores de infraestrutura e logística. Segundo a Folha, a iniciativa faz parte do plano de concessões a ser anunciado em julho.

O governo aposta nisso para evitar "paralisia" com o corte do orçamento, que deve chegar a 70 bilhões de reais. Um dos projetos é a megaferrovia que será construída pelos chineses e ligará Brasil e Peru.

O Brasil do PT é made in China.
O Antagonista

A banda podre da PF atua com o governo e advogados



Como se pode ler no post interior, está em curso uma manobra para conferir aparência de ilegalidade às investigações da Operação Lava Jato.

A manobra é conduzida pela banda podre da Polícia Federal, aquela mesma que atacou o procurador-geral Rodrigo Janot, deu entrevista a telejornais -- e foi denunciada, aqui, na série de posts "A guerra suja da PF".

A manobra é coordenada. Dela fazem parte a banda podre da PF, o governo do PT e advogados de defesa de empreiteiros que, além de atuar nos bastidores, atacam publicamente o juiz Sergio Moro.

É preciso que a sociedade e os políticos de bem, os que restam, repudiem imediatamente esse ataque à Justiça.

O Antagonista

Farto mercado de compra de dossiês



Os procuradores da força-tarefa da Lava Jato suspeitam que investigações da PF estão colhendo informações com "conclusões preordenadas" para tentar "criar falsas nulidades" nos processos. Segundo o Estadão, o objetivo é tirar o controle dos inquéritos dos delegados da Superintendência da PF em Curitiba.


Os nove procuradores assinaram nota pública dizendo que "acompanham de perto" o trabalho da Corregedoria da PF em Brasília para averiguar se havia escutas ilegais na cela de Alberto Youssef. A força-tarefa identificou "farto mercado de compra de dossiês".

O Antagonista

É a crise

Alto forno 1 de Cubatão: desligado a partir do dia 31
Alto forno 1 de Cubatão: desligado a partir do dia 31
A Usiminas vive pesada briga entre os seus acionistas, mas não rasga dinheiro. A siderúrgica decidiu que vai desligar dois altos fornos responsáveis pela produção de ferro gusa – o da Usina de Cubatão e o da Usina de Ipatinga, a partir de 31 de maio e 4 de junho de 2015, respectivamente. Quer, assim, adequar a produção à )baixa) demanda.

Por Lauro Jardim