quarta-feira, 6 de maio de 2015

“Minhas musas estão todas no Canal Rural.” (Climério)

“Regime bom mesmo é regime para engordar. O resto é sofrimento.” (Fofucho)

“A mentira no ambiente político é maior que a calcinha da nona.” (Climério)

“Estou cansado de pagar para sustentar a corja de ladrões que usa dinheiro dos impostos para distribuir dinheiro para seus eleitores visando se perpetuar no poder. O social que vá para os quintos, eu quero é justiça!” (Mim)

O Antagonista- Financiando o Porsche de Val Marchiori

Val Marchiori comprou um Porsche Cayenne com dinheiro do Banco do Brasil.
O dinheiro foi liberado quando o BB era comandado pelo atual presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, parceiro de Val Marchiori.
A Folha de S. Paulo mostrou que o BB autorizou Val Marchiori a comprar o Porsche Cayenne com uma parte dos 3 milhões de reais destinados a financiar a compra de carretas - um negócio que está sendo investigado pela PF.
Os 3 milhões de reais foram emprestados pelo BNDES, com juros subsidiados, de 4% ao ano.
Val Marchiori já declarou que é "mais fácil chorar num Porsche do que num Fusca". Dependendo de seu relacionamento com Aldemir Bendine, é também mais barato comprar um Porsche do que um Fusca.

A Folha fotografou Val Marchiori no Porsche financiado com dinheiro público

GAZETA DO TACHO- PT mascara realidade na TV – e Brasil protesta com panelaço e buzinaço

Cunha manobra, aprova PEC da Bengala e impõe derrota dupla ao governo na Câmara

Embora tenham se dedicado ao longo de toda a terça-feira a discutir o ajuste fiscal proposto pelo governo, os deputados acabaram aprovando nesta noite o projeto que aumenta de 70 para 75 anos a idade para a aposentadoria compulsória de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), dos tribunais superiores e do Tribunal de Contas da União (TCU), conhecida como a PEC da Bengala. O texto foi votado graças a uma manobra articulada pessoalmente pelo presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para inverter a pauta e garantir a votação da PEC com o quórum alto.
Em tramitação no Congresso há dez anos e aprovada na esteira das denúncias do petrolão, a PEC da Bengala, na prática, impede que a presidente Dilma Rousseff indique cinco novos ministros ao STF até o fim de seu mandato. O segundo turno do texto foi aprovado por 333 a 144 votos. A matéria, agora, segue para promulgação do Congresso - por ser uma proposta de emenda à Constituição (PEC), não precisa do aval de Dilma para entrar em vigor.
Desde que assumiu o comando da Câmara, o presidente Eduardo Cunha (PMDB-RJ) passou a trabalhar pessoalmente por mudanças nas regras do Judiciário. O primeiro turno da proposta que altera a aposentadoria compulsória dos ministros foi aprovado em março - com o governo contrário. Nesta terça, no auge da votação da medida provisória do ajuste fiscal, ele encerrou a sessão e convocou uma nova, com a PEC em pauta. A ação foi articulada com antecedência e avisada aos aliados durante almoço nesta terça. Um peemedebista próximo a Cunha avaliou que a postura do governo em relação à PEC teria influência direta na posição da bancada do PMDB sobre as MPs do ajuste fiscal. O governo acabou liberando a base, e o PT obstruiu a votação.
No entanto, o PMDB decidiu travar a votação da medida provisória depois que o ex-presidente Lula criticou, durante programa do Partido dos Trabalhadores nesta terça, o projeto que amplia a possibilidade de terceirização dos trabalhadores, aprovado pela Câmara após esforço do PMDB. O líder do peemedebista Leonardo Picciani disse que a bancada não vota a MP até que o PT feche questão para a votação da matéria - nesta tarde, a legenda anunciou apoio à proposta, mas não houve unanimidade. "Se não for assim, não conte conosco. O país não precisa desse remédio amargo, nós não vamos empurrar essa conta no trabalhador", disse.
Supremo - Até 2018, cinco ministros do STF vão alcançar os 70 anos: Celso de Mello, Teori Zavascki, Marco Aurélio Mello, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber. Pela regra atual, isso implicaria em afastamento obrigatório deles. Com a mudança da legislação e a extensão do prazo, a presidente deixaria de indicar novos magistrados para esses cargos.
A PEC da Bengala, de autoria do ex-senador Pedro Simon (PMDB-RS), já foi aprovada em dois turnos no Senado. Além de ampliar o prazo para a aposentadoria compulsória de ministros de tribunais superiores, o texto permite que a idade seja alterada também para servidores de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Para isso, porém, é necessária a aprovação de uma lei complementar.
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