domingo, 17 de agosto de 2014

“Meu irmão rezou todos os dias por trinta anos. Agora parou. Diz ele que Deus é surdo.” (Limão)

“A masturbação é acima de tudo um ato econômico e ambiental. Poupa camisinha, poupa pílulas, não aumenta a população do planeta, que sofre para manter seus recursos naturais.” (Eriatlov)

“Ria, aproveite que ainda é de graça.”(Climério)

OS SÓSIAS DE SADDAM

Os oito sósias de Saddam estão reunidos em uma das bancas no centro de Bagdá. Tariq Aziz, o vice-primeiro-ministro,chega e diz: "Eu tenho uma notícia boa e uma má notícia." Eles pedem a boa notícia em primeiro lugar.

Aziz diz: "A boa notícia é que Saddam ainda está vivo, então todos ainda têm emprego."

"E a má notícia?" eles perguntam.

Resposta de  Aziz, "Ele perdeu um braço."

Chapecó e eu, minhas memórias

AVENIDA GENERAL OSÓRIO

Avenida General Osório...
Quem vem do Rio Grande o Sul observa um pedaço do centro de Chapecó do alto dela. De intenso movimento de automóveis, caminhões e motos; variado comércio e indústrias. Oficinas, garagens de automóveis, escritórios, lojas e marcenarias compõem o universo estático da avenida. Paro na esquina para ouvir o burburinho que dela emana: roncos, buzinas e freadas. Grandes filas nos semáforos se formam; carretas pesadas afundam o asfalto. Fecho os olhos em busca do passado, dessa mesma avenida nos anos de 1960.

Um imenso banhado interrompia ela onde é hoje o Celeiro Itália. Do alto do barranco observava as saracuras que ali viviam, vivendo no banhado com seus filhotes. Chão batido, pó e silêncio. A gurizada unida nas estrepolias. Casas de madeira de lei na sua grande maioria. De alvenaria me lembro do Armazém Palmeiras, da família Nicknich. Mas na avenida tinha futebol.

Na metade da descida, entre a Mal. Floriano com a Barão do Rio Branco, logo depois de onde funcionava o Posto de Saúde, jogávamos futebol no meio da rua, sem perigo algum, tendo os barrancos para proteger os costados e evitar a fuga da bola. Depois mudamos nosso campo para os fundos da casa do Bernardino da Luz. Tivemos também um campo de futebol em meio às samambaias, ao lado casa do querido Welcy Canals, em frente onde se encontra hoje a Loja Quero-Quero.

Depois fomos para a esquina da Marechal Bormann, onde é hoje o Posto do Negretto. Os amigos da vizinhança todos se reuniam para pelejar. A bola que naquele tempo era de couro mesmo, rolava e fazia nossa alegria diária. Às vezes, alguns socos e tabefes rolavam também. Disputávamos jogos valendo flâmulas ou pequenas taças.

Os objetos da vitória iam para guarda na casa do capitão do time. De tempos em tempos ouvíamos o berrante tocar, o tropel do gado, poeira no ar. Vindos do RS, os tropeiros vinham tocando os bovinos rumo ao Paraná. Para ver melhor o gado passar subíamos num pequeno barranco. E a boiada cansada seguia o seu caminho respirando a poeira vermelha.

Mas o bom mesmo era quando chovia; grandes valetas se formavam e a água barrenta corria rápida. Então na baixada da hoje avenida, juntávamos os sujos, todos de calções de pano e fazíamos açude com o barro que era abundante, observados quase sempre pelos olhares atentos da família Barella, que morava na esquina numa casa no alto.

Alegria pura de quem não tinha preocupações, mas muitos sonhos.


Desde as 7h30 da manhã sem energia. Não fomos comunicados. Falha da Celesc.

Jovens cubanos

Jovens cubanos sonham com vida além mar
Liberdade 
Trabalho 
Comida
Mesmo que para chegar lá
Seja preciso montar um tubarão.