terça-feira, 8 de julho de 2014

Poderia ser pior.Imagine se o vice da gerentona fosse o Rui Falcão. Putz!

Teríamos mais esperança no futuro se a Angela Merkel fosse do PT.

Dilma e Cristina, com elas no poder não há economia que aguente. Arre!

Com Copa ou sem Copa temos a broca da inflação comendo a nossa grana.

Não esmoreça.O pior ainda está por vir.A Venezuela vem aí!

Projeção para o PIB cai pela sexta semana seguida. Economia caminha para a recessão.

Políbio Braga
Estimativa de instituições financeiras para o crescimento da economia em 2014 passou, desta vez, de 1,10% para 1,07%.

. Para 2015, a expectativa é de crescimento de 1,5%, a mesma da semana passada.

. O mercado manteve a projeção para a Selic em 11% neste ano e, para a inflação, o índice permanece em 6,46% em 2014

Copa do Mundo empurra vendas do varejo para o precipício

Políbio Braga
A Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas informou há pouco ao editor que a Copa do Mundo e o cenário econômico prejudicam vendas no varejo, mostra SPC Brasil, o que significa que o aumento do turismo não foi suficiente para expandir as vendas no comércio, que caíram pelo quarto mês seguido. 

. No acumulado do semestre, baixa nas vendas chega a -1,45%

. O indicador de vendas a prazo calculado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) repetiu o comportamento de baixa verificado nos últimos quatro meses e recuou 2,06% no mês de junho, em relação ao mesmo período de 2013.

A Copa do Mal - A queda nas vendas é consequência direta da Copa, porque parcela considerável de trabalhadores foi dispensada pelas empresas no meio da tarde e algumas partidas foram realizadas no sábado, que é considerado um dos dias que mais movimentam o varejo. Além disso, o gasto do consumidor com bens de ticket médio maior, geralmente parcelados, perdeu espaço para produtos temáticos da Copa e em especial, para os alimentos e bebidas, que em geral são pagos a vista.

A economia em queda - De acordo com a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, o encarecimento do crédito, a baixa confiança dos consumidores e a inflação em patamar elevado também contribuíram para o resultado. "Os dados reforçam a tendência de perda de fôlego da atividade econômica. Há queda generalizada entre os principais indicadores de confiança da economia, influenciada pelo aumento dos juros, pela inflação resistente e pelo crescimento moderado da massa salarial", afirma Marcela.