quinta-feira, 3 de julho de 2014

Coluna do Fiori fala do medo imposto pelo PT

É impressionante como o PT conseguiu disseminar o medo entre o povo classe média, pelo menos aqui no nordeste; em particular entre os profissionais liberais e mais ainda entre aqueles que ocupam cargos públicos no governo, seja no municipal, estadual ou federal;
Aqui no nordeste a realidade é totalmente diferente do sudeste, pois como aqui corre menos $$$$$ o cara ou é profissional liberal, engenheiro civil, médico, dentista ou advogado, ou fez um concurso e é funcionário público e depende daquele emprego para viver, pois não há outro, já que a oferta é mínima e o cara dependente unicamente de ser aprovado em concurso publico.
Ontem eu enviei um e-mail sobre "O teorema do Mensalão” ao Grupo que cursou direito comigo; recebi ontem mesmo um e-mail de um cara do grupo pedindo, por favor, que eu não enviasse mais e-mails ao grupo  criticando o governo federal do PT; também um cara amigo que é eng.º e  foi para Rio Branco no Acre como diretor técnico da Eletrobrás   fez pedido idêntico e foi explícito da razão do seu pedido;
Ou seja, não é somente porque aqui no nordeste imperou o "cabresto" político por 100 anos não, embora isso tenha sua parcela de influência;
É que os caras por aqui estão com muito medo mesmo dos Militantes do PT, que são verdadeiras policias secretas nas instituições públicas por aqui, exercendo coerção ostensiva sobre aos demais funcionários;
O PT continuando no poder, logo, logo assistiremos essa coerção se disseminar pelo país, sobre nós cidadãos do bem;
Escolhi a dedo para quem estou enviando este e-mail, excluindo todo o pessoal daqui para não causar constrangimentos!
É viver para ver!
http://blogdopaulinho.wordpress.com/

Máquina de rejuvenescimento comunista

Os cientistas da Universidade da Sibéria inventam uma maquina de rejuvenescimento. Decidem que o primeiro paciente será o Brejnev, pois o coitado ja mal mexe os maxilares.
Brejnev senta-se numa cadeira, ligam-lhe os fios todos e um dos cientistas explica:
- Agora eu vou rodar a manivela e por cada volta ficará 1 ano mais jovem
- Excelente! - responde Brejnev - tire-me 30 anos se faz favor !
O cientista começa a rodar: 1, 2, 3, 4 voltas, de repente muda de ritmo e começa a rodar cada vez mais depressa até chegar a uma velocidade infernal...
- Ei ! o que é que você está a fazer ?
- Espera aí, que eu já te envio prá xoxota da tua mãe !!!

http://jleal.tripod.com/sub3/frio.htm

STRIP COMUNISTA

As autoridades soviéticas, com a intenção de captar divisas decidem abrir um bar em Moscou só para estrangeiros onde se paga em dólares. Para assegurar o êxito decidem incluir um espetáculo de strip-tease. No primeiro dia o bar enche-se de curiosos, mas a partir daí o número de clientes diminui drasticamente, ficando só os distraídos que vieram pela primeira vez. O fracasso é analisado numa reunião de emergência do partido: 
 - Não entendo camaradas, fizemos tudo igual ao que se faz lá fora. A decoração e as luzes foram copiados dos melhores bares estrangeiros, a musica é a que se ouve no ocidente, a camarada responsável pelo strip-tease é de um quadro competente e experiente, como prova uma brilhante carreira de mais de 50 anos de total dedicação ao partido...

http://jleal.tripod.com/sub3/frio.htm

O melhor do socialismo? O melhor do socialismo foram as anedotas.

Capitalismo selvagem

Rodrigo Constantino

Por João César de Melo, publicado noInstituto Liberal
Entre todas as besteiras ditas pelos socialistas, existe uma única verdade: A que os Estados Unidos representam o capitalismo selvagem. Exatamente! São assumida e magnificamente selvagens ao competirem o tempo todo, premiando os vencedores e deixando para trás os perdedores, assim como a natureza e cada um de nós faz todos os dias, das mais diversas formas.
“Capitalismo selvagem” significa o impulso comum a todos os seres vivos de acumular os quesitos que julgam necessários para viver e se reproduzir. Impulso que moldou a sociedade norte-americana no sentido da valorização da liberdade individual e que a partir disso vem se aprimorando constantemente por meio de experiências, sem revoluções, lixamentos ou imposição de virtudes.
Esse famigerado capitalismo selvagem foi formado por milhões de imigrantes das mais diversas raças, classes, culturas e religiões que procuravam a liberdade e as oportunidades que seus respectivos países lhes negavam.
Ao dizer “… em nenhum país do mundo civilizado presta-se menos atenção à filosofia do que nos Estados Unidos”, Alexis de Tocqueville apontou, despretensiosamente, a razão do seu desenvolvimento.
Ao desembarcar na América, cada imigrante sabia que sua derrota ou sua vitória dependeria apenas do resultado de seus próprios esforços. Por isso, preferiu ser arrogante em vez de humilde, trabalhar em vez de esperar por ajuda. Fez, portanto, nada além do que faz qualquer animal na natureza: lutar por si mesmo, objetivando seus próprios interesses, impedindo que qualquer ideologia de raiz marxista infectasse a sociedade, possibilitando que os Estados Unidos conquistassem o que todos os países sonham: o privilégio de ter sua cultura e seus interesses econômicos predominando sobre todos os outros países. E, a exemplo da própria natureza, o conjunto de interesses privados acabou convergindo naturalmente em benefícios coletivos – “vícios privados, benefícios públicos”, como já esclareceram Bernard Mandeville e Eduardo Giannetti.
A lição mais importante que os Estados Unidos tiveram foi justamente a primeira, ironicamente a experiência comunista em Jamestown, logo no início de sua colonização. Diante do fracasso do modelo de distribuição igualitária do resultado dos esforços individuais, enxergaram que a solução seria oferecer liberdade para que cada colono pudesse empreender suas plantações, suas criações e seus negócios da forma que quisesse, conservando para si o lucro que conseguisse. Assim, converteram os altos índices de mortalidade decorrentes principalmente da fome em prosperidade ao nível de despertar a cobiça da coroa inglesa sobre seus lucros, o que não aceitaram. Rebelaram-se. Armaram-se para defender suas propriedades, suas famílias e a liberdade. Libertaram-se do império mais poderoso da época para criar uma república que, desde 1776, elege ininterruptamente seus presidentes.
Se antes o Estado era visto e sentido como um espoliador, a independência converteu o mesmo Estado num garantidor de liberdades.
Livraram-se da escravidão, passaram fome, venceram crises e guerras… Mas quando a história lhes ofereceu a oportunidade de se tornarem os líderes do mundo, aceitaram. Aceitaram para não correrem o risco de serem subjugados. Venceram a 2° Guerra Mundial pagando salários a seus soldados e trabalhadores enquanto seus inimigos se sustentavam sobre escravidão e espoliação.
Considerando o que a história nos conta…
É preferível estarmos sob a liderança de um país democrático e de variada composição étnica e cultural do que estarmos sob a liderança de um país totalitário e sectário.
É preferível estarmos sob um império comercial do que sob um império ideológico.
Os Estados Unidos terem um presidente negro, de origem pobre, filho de pai muçulmano e mãe socialista, de sangue africano e asiático e que estudou numa das melhores universidades do mundo não representa apenas o talento e a sorte de Obama para chegar ao posto. Representa também uma sociedade que investe na potência individual que, de uma forma ou de outra, foi a principal responsável pela massificação dos confortos que fizeram a humanidade chegar ao século XXI sofrendo cada vez menos e vivendo cada vez mais.
Porém, as maiores contribuições dos Estados Unidos para o mundo não são suas universidades, nem suas empresas ou seu poder militar, mas sim seu contínuo exercício de autocrítica que expõem a natureza humana com todos os seus desvios e fraquezas e também seu poder de aperfeiçoamento.
São eles próprios seus maiores críticos. Seja através da cultura ou da imprensa, a sociedade norte-americana está sempre se questionando, o que explica sua capacidade de detectar e corrigir seus erros.
Todas às vezes que o Estado norte-americano se lança à guerra, sua própria sociedade se levanta questionando, sendo a principal responsável pelo fim dessas mesmas guerras.
Foi essa liberdade que possibilitou o aperfeiçoamento das relações sociais, políticas, econômicas e culturais que os fizeram não apenas ricos e poderosos, mas também os maiores financiadores de filantropia do mundo.
Nos Estados Unidos, os líderes não são aqueles que levantam bandeiras, fazem discursos ecerram os punhos, mas sim aqueles que passam suas vidas em laboratórios transformando ideias em produtos para o maior número possível de pessoas para, assim, obterem seus lucros, confortos e luxos.
Eis o Capitalismo Selvagem!
Os Estados Unidos não são bons, nem criaram o paraíso. São apenas humanos que, em vez de negar sua própria natureza, tentam administrá-la livres de fantasias ideológicas.
Por tudo isso que, nesta véspera de 4 de julho, eu grito o que poucos dizem:
Estados Unidos, parabéns e muito obrigado!
*Arquiteto e artista plástico. Autor do livro Natureza Capital. 

O POVO ACHA QUE HERÓI É JOGADOR DE FUTEBOL- Burocracia, impostos, sindicatos, legislação trabalhista ultrapassada,insegurança física e patrimonial. O empreendedor brasileiro merece aplausos. Aí está o nosso herói gerador de empregos!

Nossa carga tributária é enorme. As bocas que mamam no estado só aumentam. Não tem como, um dia a fonte irá secar. E aí José?